Guardiões da Vida, do Espírito Santo, durante a Marcha pela Vida / Foto: Divulgação

Os guardiões da vida vêm manifestar total repúdio à decisão judicial do juiz Antônio Moreira Fernandes, da Vara da Infância e Juventude de São Mateus, a qual permitiu que a menina de 10 anos, estuprada pelo seu tio, mas grávida de um bebê do sexo feminino, pudesse realizar o procedimento de aborto ou parto imediato do bebê. O caso foi amplamente divulgado nos jornais e mídias sociais no Brasil inteiro.

Parabenizamos os médicos e profissionais do Hucam que, optando por preservar as duas vidas, não aceitaram realizar o aborto. A gestante já se encontra com mais de 22 semanas de gravidez (quase 06 meses).

Além disso, exigimos das autoridades públicas que investiguem as denúncias divulgadas acerca da coação realizada por autoridades para que a gestante recebesse alta do Hucam, mesmo diante da negação dos médicos para realizar o aborto e da manifestação de que o aborto traria risco para a vida da menina de 10 anos, a qual seguiu escoltada pela polícia civil do Hucam para viajar até o estado de Pernambuco, auxiliada de uma assistente social e um familiar, para conseguir abortar lá, conforme divulgado nos jornais.

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