Foto: Imagem da Internet

Ao recordar e meditar sobre a liturgia do Domingo de Ramos, vimos um Jesus que, ao mesmo tempo em que era aclamado pela multidão ao entrar em Jerusalém, algumas horas depois seria condenado e crucificado por aqueles que o saudaram em sua chegada.

Ao contrário do que aconteceu com Jesus, que em momento nenhum se envaideceu, muitos de nós, ao nos deixarmos levar pela vaidade, ocasionada por vezes pela exposição nas mídias sociais, pelas pregações, pelos “altos cargos” na igreja, pelos aplausos e elogios, caímos na ilusão e esquecemos que aqueles que hoje nos aplaudem, amanhã nos crucificarão por qualquer deslize, desinformação, divergência de opiniões ou pensamentos.

Os que não conseguem lidar com situações como a qual o Senhor passou, deixam claro que suas vidas foram e são pautadas nas coisas terrenas, tão somente naquilo que é passageiro.

Busquemos hoje imitar a postura de Cristo, que não se envaideceu com os aplausos e tampouco se deixou abalar por sua dores e condenação, pois seus olhos estavam fixos no céu e tinha convicção de que nada o tiraria do lugar que Deus havia preparado para Ele.

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